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Asia Bibi: petição pela revisão da sentença

Asia Bibi é cristã paquistanesa, condenada à morte por suposta blasfêmia contra Maomé ao se negar a converter ao Islã. O documentário Liberdade para Asia Bibi trouxe, porém, evidências de que duas testemunhas-chave — um clérigo muçulmano e o dono do lugar onde teria ocorrido a blasfêmia — não estavam presentes quando tudo teria ocorrido. Diante disso, surgiu um abaixo-assinado pedindo à suprema corte paquistanesa que reavalie o caso. A petição pode ser assinada em http://acem.citizengo.org/lt.php?c=1845&m=1914&nl=9&s=15d575eb3f128bec635b791ce826cad7&lid=28623&l=-http–www.citizengo.org/pt-pt/24385-liberdade-para-asia-bibi-nova-evidencia

Asia Bibi é cristã paquistanesa condenada por suposta blasfêmia ao negar converter-se ao Islã.
Asia Bibi é cristã paquistanesa condenada por suposta blasfêmia ao negar converter-se ao Islã.

Em 2009, Asia Bibi foi, junto com algumas muçulmanas, buscar água em um poço. As demais mulheres, temendo que uma não-muçulmana pudesse tornar “impura” a vasilha d’água, instaram-na a converter-se ao islamismo. A isso, Asia teria respondido: “Cristo morreu na cruz pelos pecados da humanidade. E Maomé, o que fez por vocês?” Isso foi suficiente para que o imã local a denunciasse por blasfêmia contra o profeta dos muçulmanos. No documentário, o próprio imã e o proprietário do poço, testemunhas contra Asia Bibi, reconhecem não ter presenciado o ocorrido.

Veja o trecho onde isso aparece:

A chamada “Lei da Blasfêmia”, que as autoridades paquistanesas usaram para condenar Asia Bibi, é baseada em uma interpretação rigorista do Corão, livro sagrado para os muçulmanos. Segundo essa lei, qualquer observação supostamente pejorativa feita contra Maomé deveria ser condenada com a morte. Isso é comumente usado contra adversários pessoais e minorias religiosas, como os cristãos, hindus e sikhs. Asia disse a seu advogado: “Tenho sido julgada por ser cristã. Creio em Deus e em seu enorme amor. Se o juiz me condenou à morte por amar a Deus, estarei orgulhosa de sacrificar minha vida por Ele”

Veja o texto do e-mail de divulgação enviado pela organização CitizenGo:

Olá, Leandro!

Você provavelmente já ouviu falar em Asia Bibi, a paquistanesa que está presa há cerca de cinco anos em razão de uma falsa acusação de blasfêmia.

Se você ainda não conhece a história dela, segue abaixo um breve relato:

Asia Bibi é uma cristã paquistanesa. É casada e mãe de cinco filhos. Em 2009, ela foi falsamente acusada de blasfêmia por ter bebido água de um poço que só podia ser utilizado por mulheres muçulmanas. Até hoje ela está presa e as últimas notícias que tivemos dela não são muito boas, pois sua saúde está muito debilitada.

O documentário Liberdade para Asia Bibi conseguiu uma nova evidência que pode ser usada a favor dela.

Leandro, assine a campanha para pedir à Suprema Corte do Paquistão que reconheça o filme Liberdade para Asia Bibi como evidência da inocência de Asia Bibi.

http://www.citizengo.org/pt-pt/24385-liberdade-para-asia-bibi-nova-evidencia

Basicamente, essa evidência mostra que uma das principais testemunhas no caso não estava presente quando a suposta blasfêmia ocorreu. Você pode conferir a evidência clicando aqui.

Tive a oportunidade de conhecer o marido dela, Ashiq, e uma das filhas durante o Congresso Todos Somos Nazarenos, organizado por CitizenGO, HazteOir.org e MasLibres.org em abril.

Foi um momento muito emocionante. Não pude deixar de me comover com a situação dessa família, que, como tantas outras, tem sido duramente perseguida apenas por sua fé. Além disso, espantou-me a perseverança e a determinação de pessoas que, mesmo com a dura perseguição que sofrem diariamente, permanecem firmes em suas convicções cristãs.

A libertação de Asia Bibi tornou-se uma das prioridades das nossas campanhas, porque sua situação representa a de milhares e milhares de cristãos que são perseguidos diariamente em todo mundo.

http://www.citizengo.org/pt-pt/24385-liberdade-para-asia-bibi-nova-evidencia

Leandro, conto com a sua colaboração nesta campanha.

Um forte abraço!

Guilherme Ferreira e toda a equipe de CitizenGO